Educação sexual para meninas: a gente PRECISA falar sobre isso pra proteger nossas meninas! 👧🚨

Educação sexual para meninas: a gente PRECISA falar sobre isso pra proteger nossas meninas! 👧🚨

Quando a gente fala em educação sexual, ainda tem muito tabu, né? 🤐 Algumas pessoas pensam que o assunto é “pesado” ou é “cedo demais” falar sobre isso na infância, mas a real é que esse tema não é ensinar sobre sexo, é ensinar sobre cuidado, segurança e respeito! 🙂↕️

Falar sobre educação sexual com meninas é dar informação pra que elas entendam seus corpos, seus limites, e saibam se proteger! 🛡️

Continua a leitura por aí e bora conversar sobre esse tema que, sério, pode moldar o futuro de muitas pessoas! 👇

 

Primeiro: sexo e sexualidade não são a mesma coisa! ✋

Uma confusão comum é achar que sexo e sexualidade são sinônimos… mas não são! 😮

👉 Sexo é um aspecto físico, relacionado ao ato sexual mesmo.
👉 Sexualidade é muuito mais ampla: envolve corpo, emoções, afetos, identidade, autoestima, ciclos… é algo que a gente vive desde que nasce.

A sexualidade se desenvolve ao longo da vida e precisa ser acolhida com informação e liberdade, não com medo ou silêncio. É esse entendimento que ajuda meninas a crescerem confiantes, respeitando seus corpos e suas vontades

⚠️ Ahh, bora já quebrar um dos maiores tabus?? 

Falar sobre sexualidade NÃO significa estimular o sexo precoce! 🙂↔️ Olha só o que a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) fala sobre 👇 

“A Educação sexual de qualidade tem base em ciência e respeito aos direitos humanos, e não incentiva o início precoce da vida sexual, muito pelo contrário, ajuda a adiar e proteger.” 💪

 

Falar sobre corpo é ensinar autonomia e respeito 🧡

Meninas precisam saber o nome das partes do corpo. Precisam saber que o corpo é delas e que ninguém tem o direito de tocar sem permissão. Parece básico, né? 👀 Mas ainda está bem distante da realidade de muitas famílias…

A gente precisa ensinar desde cedo que:

Consentimento é essencial - ninguém deve forçar um abraço, um toque ou uma relação.
Limites são importantes - e saber dizer “não” é um direito.
Respeito é inegociável - com o próprio corpo e com os corpos de outras pessoas.

🚨 Essas conversas criam um ambiente mais seguro, onde meninas conseguem reconhecer situações de abuso, entender o que sentem, expressar dúvidas e pedir ajuda se necessário! Importante demais, né? ☺️

 

Começa em casa: o diálogo é a chave 🗝️

Os papos sobre isso devem começar em casa, desde a infância e não precisa ser difícil, mana... Pode começar com:

✅ Dar nomes corretos pras partes íntimas (É vagina!!)
✅ Falar sobre a chegada da menstruação de forma natural
✅ Responder dúvidas com calma, sem vergonha
✅ Mostrar que tá tudo bem sentir curiosidade sobre o corpo

Ahh, as crianças aprendem muito mais com a FORMA como a gente fala, com as nossas expressões, do que só com o que a gente fala…

Se a reação for de desconforto ou vergonha, é isso que elas vão aprender sobre o tema. MAS, se for uma reação acolhedora e natural, elas vão se sentir seguras e entender que é algo que faz parte da vida 🥰

 

Conclusão: a gente precisa, E DEVE, falar sobre isso 💚

Educação sexual é sobre criar um mundo onde as meninas crescem com mais possibilidade de se tornarem livres, seguras e respeitadas! 🤩 Um mundo onde elas sabem seus limites, sabem que seus corpos são importantes, que têm valor e que podem ser cuidadas com carinho.

Quanto mais cedo essa conversa começar, mais chances a gente tem de quebrar ciclos de medo, desinformação e violência. 💪

E esse papo PRECISA começar dentro de casa. BORA?? 🏡✨

 

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1 comentário

Olá, permito-me fazer um comentário em relação à seguinte frase: “Sexo é um aspecto físico, relacionado ao ato sexual mesmo.”
Discordo, e penso que isso pode gerar uma certa desinformação e descuido com o que é corpo e o que é físico… nosso corpo é multifacetado e hiperconectado e o físico também é espírito… então não é um “ato sexual mesmo” de maneira simplista e superficial, pois o físico não é simplista e superficial, a carne tem camadas inclusive abstratas, temos muito em nosso físico que não entendemos e quando abordamos o desejo físico sem levar em conta as consequências psicofísicas e espirituais do “ato” tratamos essas conexões tão sensíveis de modo superficial que pode levar à feridas e traumas, por não saber lidar com as consequências espirituais do ato.
Falta-nos talvez a consciência de entendermos que o campo espiritual do físico está muito mais próximo e intrincado do que imaginamos.
Agradeço muito pelo conteúdo, tentar falar sobre o assunto de maneira aberta já é um grande sucesso!

Fab

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